Vamos falar sobre a adoção

Estamos no século 21 e muitos dos costumes mudaram fortemente. A mulher entrou de vez no mercado de trabalho e não se intimida em postergar a maternidade. Contudo, mesmo com os avanços da medicina, é sabido do alto risco que gravidez tardia pode ocorrer. Logo, muitos casais, optam pela adoção.

Os novos conceitos de família, também trazem oportunidades de crianças órfãs encontrarem laços familiares novamente. Assim, os números de adoções no país só aumentam. É natural, obviamente, que alguns órfãos tenham aparência e cores de pele diferentes de seus pais nesse contexto, e mesmo que você tenha certeza de que uma criança foi adotada, nunca se dirija aos pais e comente o assunto até que um deles o traga à tona. Usar o termo “filho adotivo” é outro erro gigante. Todos são filhos ou filhas.

“Pais verdadeiros” é outra expressão que deve ser abolida da face da terra. Ao conversar com um amigo que adotou uma criança, utilize a expressão: “Pais de nascimento” ou “Pais naturais”.

Encorajar uma pessoa a adotar é muito gentil. Utilize as mesmas frases que você mencionaria a uma grávida: “Você deve estar muito ansiosa para ver o rostinho do seu filho.” Para alguns casais esse é o único caminho, e eles devem ser apoiados.

É muito fino dizer, ao explicar a adoção: “Você é meu filho, e eu tive a opção de escolher você. Como uma flor, fui a um jardim, e escolhi a mais linda. Amamos você!”

Tie Dye! Anos 70 de volta?

A tendência faz parte da observação e essa, por sua vez, é o reflexo de um movimento, da construção histórica e de fato de amostras concisas da realidade. Há algum tempo venho percebendo um namoro com os anos 70 por parte dos conteudistas de moda. Começou sutilmente com o lurex. Passou pelo lamê e chegamos ao tie dye.

Em tempos de pandemia é natural que procuremos algo para nos entreter em casa. Muitos aprenderam a cozinhar, fizeram curso online ou aprenderam a customizar roupas. Aliás, tingir roupas deveria ser algo que aprendêssemos na escola. Assim, partindo desse movimento em que menos é mais, podemos dizer que muitos caíram nas graças do artesanato. O tie dye não é diferente.

Iniciada no Japão e tomando forma na Índia, essa técnica de tingimento se popularizou nos anos 70. Porém, no século 21 ela se torna “high”. E o que fazer com essa tendência? Simples, se gostou use, se não, passe reto.

O importante é não parecer que está saindo de um filme de época. Que tal usar uma camiseta com essa novidade combinada com peças de alfaiataria? Um scarpin ou sandália de salto fino deixam o visual elegante e moderno mesmo colorido. Bolsas e lenços também é a maneira elegante de mostrar que está na moda sem parecer escrava dela. E por último, um belíssimo biquíni ou maiô, vai deixar todos espantados com a sua capacidade de usar as tendências sem parecer que o propósito era esse.

Disfarçando a barriguinha!

Estamos indo para o sétimo mês de isolamento na pandemia e existe uma unanimidade entre as pessoas que eu converso: todas engordaram. Inclusive eu! Mas, isso não é uma pauta somente desse momento atípico. Muitas leitoras da coluna me perguntam como esconder a famosa barriguinha. E eu, brincando, sempre digo para parar de degustar as famosas coxinhas. Contudo, quem resiste a tal iguaria? E colocar a culpa somente nela é muito audacioso da nossa parte, não é mesmo?

O objetivo para quem sofre com a barriguinha é atrair o olhar dos outros para as suas pernas ou para o rosto, criando uma longa linha vertical. Com relação ao contraste, o ideal é não ter. Usar aqui tons monocromáticos escuros. Agora, quando pensar em tecido, escolha os secos, fluídos, e os que caem junto ao corpo sem colar.

Para as formas e linhas, optar pela linha ‘A’ roçando o corpo, estilo império e com formas simples, nada que marque a cintura. Já sobre as padronagens, dê preferência aos tecidos lisos, às estampas miúdas sobre o fundo escuro e aos detalhes estreitos na vertical. Aposte em lenços, detalhes e colares que chamem a atenção ao rosto. Decotes em V são seus melhores amigos. Leves drapeados na região da cintura disfarçam a barriga saliente. Quando usar jeans, escolher os de cós levemente regular. A terceira peça é um elemento chave. Saltos altos também ajudam a disfarçar o peso. A cada um centímetro de salto a ilusão é de um quilo a menos.