Vamos falar sobre a adoção

Estamos no século 21 e muitos dos costumes mudaram fortemente. A mulher entrou de vez no mercado de trabalho e não se intimida em postergar a maternidade. Contudo, mesmo com os avanços da medicina, é sabido do alto risco que gravidez tardia pode ocorrer. Logo, muitos casais, optam pela adoção.

Os novos conceitos de família, também trazem oportunidades de crianças órfãs encontrarem laços familiares novamente. Assim, os números de adoções no país só aumentam. É natural, obviamente, que alguns órfãos tenham aparência e cores de pele diferentes de seus pais nesse contexto, e mesmo que você tenha certeza de que uma criança foi adotada, nunca se dirija aos pais e comente o assunto até que um deles o traga à tona. Usar o termo “filho adotivo” é outro erro gigante. Todos são filhos ou filhas.

“Pais verdadeiros” é outra expressão que deve ser abolida da face da terra. Ao conversar com um amigo que adotou uma criança, utilize a expressão: “Pais de nascimento” ou “Pais naturais”.

Encorajar uma pessoa a adotar é muito gentil. Utilize as mesmas frases que você mencionaria a uma grávida: “Você deve estar muito ansiosa para ver o rostinho do seu filho.” Para alguns casais esse é o único caminho, e eles devem ser apoiados.

É muito fino dizer, ao explicar a adoção: “Você é meu filho, e eu tive a opção de escolher você. Como uma flor, fui a um jardim, e escolhi a mais linda. Amamos você!”

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